Assegurar a transformação organizativa através da assumpção da gestão interna dos processos.
O BPO é uma solução de «Interim Management» que permite aos clientes adquirir e/ou complementar as valências de Gestão de Recursos Humanos, de Gestão da Eficiência Organizativa e de Adequação dos seus Custos e colocá-las no âmbito e ao serviço da sua Empresa.
Desta forma, através do BPO, os nossos Clientes podem beneficiar e obter:
- Resultados contratualizados, a custo variável e indexado
- Análise de processos, políticas e práticas
- Definição e implementação de soluções de gestão e resolução de problemas
- Aplicação de competências de gestão e respectivo desenvolvimento interno
- Redução de custos e eficiência organizativa.
- Processos de Reorganização e de Relações de Trabalho
A oferta destes serviços é assegurada por profissionais com larga experiência em gestão operacional tendo assegurado cargos de Direcção de Recursos Humanos e de Administração em várias Empresas e complementada pelas competências metodológicas e instrumentais da SDO.
“Winston Churchill não sabia nada sobre TecnoIogias de Informação, mas era um mestre da negociação e estratégia”, escreve Nigel Owen da consultora de formação Huthwaite Internacional. Nos primeiros anos da Segunda Guerra Mundial, Churchill precisava de todas as suas habilidades para persuadir os EUA a entrar no conflito. Enquanto espalhava o seu encanto pessoal, também se preparava meticulosamente e estava ciente do equilíbrio de poder que necessitava ganhar com o presidente Roosevelt. Acima de tudo, planeou a forma de executar a sua estratégia: "Aqueles que planeiam, fazem melhor do que aqueles que não planeiam", disse.
O mundo mudou desde 1945, claro. No entanto, se são chefes de estado ou profissionais de TI a regatear o melhor preço num negócio, os fundamentos da negociação permanecem os mesmos. Ao negociar uma venda ou compra, é essencial ter-se muita clareza sobre os seus objetivos, e entender o que a outra pessoa está a tentar alcançar. Negociar trata-se de realmente descobrir sobre o que é valioso para o outro lado, noutras palavras, ambos os lados devem sentir que estão a fazer um bom negócio.
O desafio para quem está na posição de querer vender é o de destacar-se dos concorrentes e demonstrar o que têm de melhor e mais relevante para o comprador, uma situação "win-win " para ambos os lados. Algumas dicas fundamentais para conseguir isso:
1. Mostre quem tem o poder
Nem sempre é o comprador que tem as cartas mais fortes, especialmente nas áreas especializadas, tais como no planeamento de recursos empresariais onde existem poucas empresas capazes de atender às exigências específicas do comprador.
No entanto, é provável que um lado da negociação tenha uma posição mais forte, e para encontrar o equilíbrio de poder, é essencial preparar-se com antecedência. Se não fizer isto, corre o risco de não ser capaz de gerir de forma eficaz a negociação em si. Dois exemplos que justificam esta importância: primeiro, precisa de identificar o momento certo para abandonar a negociação - isto pode ser difícil fazer, especialmente quando a sua empresa está sob pressão, mas nenhum acordo vai ser sempre melhor, que um mau acordo. Em segundo lugar, é importante para saber lidar com qualquer comportamento irracional da outra parte, sem fazer descarrilar completamente a negociação.
2. Prepare-se e depois Planeie
Não confunda preparação e planeamento. A média dos negociadores habitualmente são bons na preparação, trabalham com antecedência para reunir dados, fontes, provas e estatísticas. O problema é, que pensam que nessa fase o seu trabalho está feito – e é só depois desta fase que então estão em boa forma para a negociação.
Todo este esforço realmente só compensa se planear o modo como utilizar essas informações a seu favor. Por exemplo, os melhores negociadores usam todos os dados que têm à mão para explorar as melhores trocas negociais do momento - como possíveis concessões sobre as opções adicionais de um produto, entrega ou suporte de serviços – que são acções que podem custar relativamente pouco na sua organização, mas que podem representar um valor significativo para o outro partido. Assim, identificar essas potenciais concessões com antecedência, saber o seu valor e entender como tirar o máximo proveito delas pode ser determinante na negociação - e nunca, jamais, dá-los gratuitamente.
3. Lembre-se dos seus objectivos estratégicos
Quando está sob pressão, não fique tentado a obter simplesmente o negócio que funciona naquele momento. Considere algum tempo para analisar o impacto a longo prazo de qualquer acordo. Se você está a comprar, será uma falsa poupança comprar um só produto, se depois terá de pagar mais caro a outro fornecedor, por um serviço alternativo necessário.
4. Determine se é um Preço ou um Valor de Venda
É melhor decidir no início da negociação, se está implicado num preço ou num valor de venda. Alguns produtos de TI são commodities, portanto o comprador e o vendedor estarão dispostos a fazer um negócio rápido e simples, baseado no preço. No entanto, o comprador terá uma tarefa mais difícil se necessitar de conseguir o melhor valor do negócio. Ele pode precisar de identificar a melhor combinação de recursos para responder aos requisitos do negócio - desde o preço, à funcionalidade, robustez, suporte na pré e pós-venda e manutenção.
5. Crie um dialogo positivo
Todas as pesquisas já confirmaram a importância de criar e manter um diálogo efectivo, uma atmosfera de confiança e segurança. A empatia é fundamental. Considere o que seria importante para si, e no lugar da outra pessoa, colocando as perguntas que forem necessárias para compreender na íntegra as suas necessidades e desafios.
6. Não abuse do poder das suas vantagens competitivas
Isto pode parecer ingênuo dizer quando, como comprador se está sob intensa pressão para cortar orçamentos de TI e ainda se tem o poder das vantagens a seu favor. No entanto, explorar qualquer desequilíbrio de poder, apertar o fornecedor frequentemente fará perder resultados em qualquer momento. A razão para isso é simples. O negócio passa a ser menos rentável para o fornecedor, que terá de decidir quais os cortes a fazer no seu serviço para torná-lo acessível. A desvantagem é que o melhor valor passa a estar comprometido, porque os colegas do comprador não vão ter exatamente o que precisam para melhorar o seu desempenho.
7. Desenvolva os seus talentos “cara-a-cara”
Os grandes negociadores gozam de um grande número de habilidades comportamentais. Eles ouvem tão bem como falam, fazem muitas perguntas para ficar claro que a outra parte concorda.
Certifique-se que compreende as necessidades do outro, certifique-se que o processo é claro e constrói a confiança em todos os momentos.
Em suma, os compradores devem evitar reduzir tudo ao preço, em especial na área de aquisições de TI. Esta abordagem míope pode deixar de identificar a solução que melhor se adapta às suas necessidades. Da mesma forma, os vendedores devem ser claros sobre onde podem oferecer o melhor valor e concentrarem-se na comunicação desses benefícios. Não podemos ser todos um Winston Churchill, mas todos podemos seguir as regras fundamentais da negociação.